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Evento Seara E.LIFE em Portugal

Jairson Vitorino | Para ler | Quinta, 29 de Novembro de 2007

elifePT - elifePT
Eu e Joana Carravilla, a diretora da Seara ELIFE em Portugal.

Hoje de manhã fizemos o primeiro evento Seara ELIFE em Portugal em conjunto com a agência JW Thompson. Quase 20 grandes empresas portuguesas e multinacionais estavam representadas no Hotel Pestana Palace. Primeiro falou Nuno Silva da JWT, apresentando o case mundial da FORD realizado pela agência nos Estados Unidos.

Em seguida eu apresentei a proposta ELIFE de monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor. Foram 4 estudos de casos que escolhemos no período entre o final de 2006 e todo o ano de 2007. A platéia estava engajadíssima e depois de 40 minutos de slides abrimos para perguntas. Foram discutidos desde o problema dos Flogs até a identificação georeferenciada dos blogueiros, passando por ações promocionais e a polêmica discussão que começa em torno da proposta de blogueiros serem pagos para escrever sobre produtos.

A constatação geral é que o mercado português e as grandes marcas portuguesas estão interessadíssimas em escutar o consumidor e usar a blogosfera tanto como instrumento de inteligência de mercado, como de comunicação centrada no novo consumidor 2.0.

2008 promete ser um ano de muito agito por aqui, pelo menos no que diz respeito à mídia gerada pelo consumidor.

Um modelo para o E-commerce 2.0

Alessandro Barbosa Lima | Cases | Segunda, 26 de Novembro de 2007

amapedia - amapedia

Um exemplo de estratégia de utilização da mídia gerada pelo consumidor na área de comércio eletrônico vem da Amazon. O grande varejista mundial juntou as resenhas de milhares de consumidores sobre seus produtos e criou um ambiente wiki, chamado de Amapedia. A Amapedia permite aos visitantes consultar informações, além de participar de discussões on-line, sobre diversos produtos. O curioso é que 99% do conteúdo do site é provido pelo próprio consumidor. Quem sabe um protótipo da loja on-line do futuro. Afinal, sempre achei que a experiência de compra on-line fosse muito solitária. Por enquanto ainda em versão beta.

Estudo “Eu quero comprar” revela intenção de compra da blogosfera brasileira

Alessandro Barbosa Lima | Para ler, Cases | Quarta, 14 de Novembro de 2007

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Uma das maiores contribuições que o monitoramento e análise da mídia gerada pelo consumidor traz é a possibilidade de investigar hábitos e desejos dos consumidores de forma rápida, espontânea e precisa.

Imagine conhecer em segundos a intenção de compra para os próximos meses de milhares de internautas brasileiros? Num estudo inédito investigamos 1.181 depoimentos espontâneos de consumidores brasileiros em blogs hospedados nos serviços blogspot.com, wordpress.com e blogger.com.br. Estes serviços, segundo um outro estudo nosso respondem por 28% do boca-a-boca on-line de toda a internet brasileira.

Com base em expressões da língua portuguesa utilizadas por consumidores brasileiros para expressar desejo e intenção de compra a E.LIFE monitorou e analisou depoimentos que continham termos como:

“quero comprar a”
“quero comprar o”
“quero comprar um”
“quero comprar uma”
“quero ganhar um”
“quero ganhar uma”

Esta é apenas uma amostra dos termos usados. A lista é extensa e leva em consideração a linguagem natural utilizada pelo consumidor para expressar desejo de compra e busca de informações sobre um produto ou serviço. As expressões denotam o reconhecimento de um problema e a fase seguinte, a busca de informações no processo de decisão de compra.

Os resultados do estudo são surpreendentes. De brinquedos a armas de fogo a lista de compras dos blogueiros brasileiros é extensa. Para acessar o estudo completo, cadastre-se aqui.

Social Advertising

Alessandro Barbosa Lima | Consumer-generated videos | Sexta, 9 de Novembro de 2007

Aos poucos saímos dos tempos do marketing viral para entrar na era do marketing social ou social marketing (com toda a entonação da língua inglesa necessária). O Facebook por exemplo está testando novos modelos de social advertising que fazem o tradicional “indique para um amigo” corar de tão passé.
Imagine que você compra um produto na Americanas.com. Se a Americanas.com tiver um acordo comercial com o Facebook ao concretizar sua transação o próprio site de comércio eletrônico pode perguntar a você – já cadastrado no Facebook – se gostaria de compartilhar aquela preferência de compra não com um amigo, mas com toda sua rede social.

Parece um convite ao SPAM e à invasão de privacidade, mas o Facebook declarou numa matéria do NYT que os seus 50 milhões de usuários ativos normalmente já recomendam produtos e serviços em suas redes sociais. Não testei ainda o social advertising ainda, mas 60 anunciantes já assinaram com o Facebook. Pode ser o fim do mundo para alguns, mas prefiro acreditar que estamos assistindo a um movimento histórico da promoção – o fim do marketing de massas e a ascenção do marketing das redes sociais.