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Estamos entre os 50 mais inovadores

Alessandro Barbosa Lima | Para ler | Terça, 31 de Julho de 2007

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A última edição da InfoExame trouxe uma pesquisa com os 50 cérebros mais inovadores do Brasil. E meu sócio e diretor de tecnologia da E.LIFE, Jairson Vitorino, é um dos nomes na categoria Empreendedores. Conheço Jairson desde de 1987 e trabalhamos pelo menos há uma década juntos. O resultado veio confirmar um credo nosso aqui na E.LIFE. Tenha as melhores pessoas e você terá as melhores empresas, produtos e serviços. Jairson é uma das pessoas brilhantes que fazem parte do nosso time. Parabéns pelo título.

Veja o que a INFO escreveu:

JAIRSON VITORINO

Diretor de tecnologia do e-life

Dá para saber como anda a popularidade de um produto ou empresa no incontrolável universo de blogs e comunidades virtuais? Foi essa a idéia que levou Vitorino e seu sócio a criar o e.life, um serviço de monitoração e análise do boca-aboca online. Arquiteto do projeto, o pernambucano Vitorino passou dois anos no Porto Digital, no Recife, onde montou uma equipe para desenvolver as ferramentas de busca, medição e visualização usadas no serviço. No ar desde 2004, o e.life tem 20 clientes. Vitorino mora em Mannheim, na Alemanha, onde faz seu doutorado em inteligência artificial. Em junho, ajudou a fincar a marca e-life em Portugal.

BuzzMonitor: a solução da E.LIFE para monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor

Alessandro Barbosa Lima | Cases | Sexta, 27 de Julho de 2007

Em 2005 eu e Jairson Vitorino apresentamos numa conferência científica o paper “Buzzmonitor: A Tool For Measuring Word Of Mouth Level In On-Line Communities”. O paper foi apenas a semente de uma tecnologia 100% brasileira que permite a diversas empresas no Brasil e em Portugal (onde a E.LIFE tem operações) a monitorar e analisar em tempo real a mídia gerada pelo consumidor.buzzmonitor blog exemplo2 - buzzmonitor blog exemplo2

O software é utilizado para monitorar, analisar e gerar relatórios e cruzamentos do boca-a-boca on-line de consumidores em tempo real. O E.LIFE BuzzMonitor possibilita varrer a blogosfera e em questão de segundos mostrar como está a imagem de uma empresa com base na monitoração do boca-a-boca on-line. Com o E.LIFE BuzzMonitor qualquer empresa poderá:

> Compreender o Volume e Dispersão do boca-a-boa on-line sobre uma marca ou produto;
> Analisar em relação a sentimento o boca-a-boca on-line;
> Identificar os formadores de opinião sobre diversos temas, marcas, produtos e serviços;
> Monitorar e analisar o boca-a-boca on-line sobre os concorrentes;
> Identificar os blogs, fotoblogs e sites pessoais mais relevantes;
> Identificar os tópicos que mais geraram repercussão em conversações on-line;
> Identificar as comunidades mais populares em relação a sentimento (positivo, negativo, neutro, mixed, etc)

buzzmonitor exemplo ba2 - buzzmonitor exemplo ba2

Para conhecer a E.LIFE BuzzMonitor de perto agende uma visita conosco.

Blogueiros e Orkutianos: paper traz perfil da blogosfera brasileira

Alessandro Barbosa Lima | Para ler | Sexta, 20 de Julho de 2007

paper2 - paper2

Esta semana estamos divulgando o paper “Blogueiros e Orkutianos - O perfil da blogosfera brasileira”. Com oito páginas o paper faz uma análise completa do perfil da blogosfera, das métricas utilizadas pela E.LIFE para monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor além da análise do case O Boticário. Para baixar o paper é necessário se cadastrar aqui.

10 razões para monitorar e analisar a mídia gerada pelo consumidor

Alessandro Barbosa Lima | Boca-a-boca | Quarta, 4 de Julho de 2007


1. O boca-a-boca se tornou visível

A maior novidade da ascenção da mídia gerada pelo consumidor é muito antiga: a comunicação boca-a-boca. O boca-a-boca espontâneo sobre produtos e serviços sempre existiu, sempre esteve presente. Ao ter uma experiência com um produto ou serviço é natural que o consumidor fale sobre ele. Isso desde que o mundo é mundo. A maior novidade porém é que o boca-a-boca deixou de ser um fenômeno invisível para se tornar bem visível. Está logo ali no blog ou na comunidade do Orkut mais próxima. A visibilidade amplia o número de influenciadores e de influenciados. Não é preciso estar no mesmo espaço de tempo e local para sofrer a influência do boca-a-boca. Um brasileiro em Caruaru, Pernambuco, ao comprar um automóvel pode consultar a opinião de um outro consumidor de São Paulo sobre o produto emitida 5 meses antes.

2. Blogueiros também são importantes

Em maio de 2007 a Microsoft Brasil reuniu na sua sede do World Trade Center, São Paulo, cerca de 10 blogueiros. O pequeno grupo assistiu a uma apresentação do Windows Vista e no dia seguinte falaram sobre o tema na web, em seus blogs, comunidades, fotoblogs. Resultado: cerca de 170 depoimentos espontâneos positivos sobre o produto na blogosfera brasileira, todos espontâneos. Em média, cada blogueiro influenciou dezenas de outros blogueiros e consumidores. A experiência mostrou para a Microsoft Brasil que além da Imprensa a blogosfera também merece a devida atenção.

3. O SAC corre atrás dos consumidores

Começou com o Boticário em 2006. A empresa paranaense de perfumaria e cosméticos passou a perceber uma diminuição no número de atendimentos realizados pelo seus canais tradicionais de relacionamento com o consumidor como telefone, fax e e-mail. Ao investigar as razões da queda no número de consultas, O Boticário observou que os canais não tradicionais de comunicação, como blogs e comunidades on-line como o Orkut seguiam tendência inversa: crescimento do número de comentários espontâneos de consumidores.

No Orkut, O Boticário descobriu histórias curiosas como o de uma consumidora do Pará, fã da deo-colônia ‘One of Us” , que juntou sua voz a de outros 400 consumidores na comunidade “Órfãos do One of Us” para reclamar sobre a descontinuação da deo-colônia pela empresa.

O Boticário buscou entrar em contato com a consumidora e explicar as razões de descontinuação do produto. A empresa respondeu à consumidora por e-mail, evitando abrir a discussão na comunidade e correr o risco de entrar num embate com outros consumidores.

A estratégia deu certo: Laura Tupinambá ficou tão satisfeita com atenção dada pela empresa de perfumaria e cosméticos que resolveu postar a resposta do Boticário publicamente na comunidade. O que foi acompanhado de depoimentos positivos de outros consumidores a respeito da atitude da empresa. A experiência estimulou a empresa a ser a primeira no país a monitorar e analisar os depoimentos espontâneos de consumidores em canais não-tradicionais de comunicação. Hoje monitorando diariamente questionamentos de consumidores a empresa caminha para integrar a mídia gerada pelo consumidor aos outros canais de atendimento.

4. A confiabilidade do amigo está em alta

Pesquisa realizada pela Forrester Research com 470 respondentes constatou que o nível de confiança do consumidor americano na busca de informações para a compra de um produto ou serviço é maior para recomendações de outros consumidores e opiniões de consumidores publicadas na internet. As fontes tradicionais de informação como revistas, jornais e rádio perderam feio.

forrester - forrester


5. A audiência da MGC está nas alturas

Já ouviu falar da Tapa da Pantera, do Sanduíche-iche ou da Sonia do Youtube? Bem, estas personalidades saíram da blogosfera e hoje foram parar na Imprensa e viraram assunto de toda a mídia. Nunca a blogosfera gerou tantas estrelas. Apenas o vídeo da Sonia foi visto por 14.350 pessoas em pouco mais de 2 meses.


6. Custa menos que um focus groups e deve substituir este

Monitorar e analisar a mídia gerada pelo consumidor custa menos que um focus groups e segundo o pessoal da Nielsen pode substituir o Focus. Segundo Mike Nazzaro, da Nielsen Buzzmetrics, os dias do focus groups estão chegando ao fim. Obviamente que esta discussão está pegando fogo na web.

7. Seu concorrente ainda não está fazendo nem tem orçamento

Aqui na E.LIFE temos a ligeira impressão que o mercado ainda não acordou para a mídia gerada pelo consumidor. Quantas empresas têm orçamento definido para a área? Quase nenhuma. Quem vai cuidar da análise desta mídia? Não se sabe: pesquisa, SAC, Marketing. Enfim, as questões são muitas e apenas empresas inovadoras já fazem uso do serviço.

8. Não tem budget? Faça você mesmo

É trabalhoso, mas não é preciso ir muito longe para saber o que se fala da sua marca. É possível usar um mecanismo de busca, procurar no Orkut ou mesmo consultar índices como o E.life Monitor do Brasil ou de Portugal.

9. Crises em processo embrionário podem começar na blogosfera

A web hoje pode ajudar as empresas a prevenir crises em processo embrionário. Problemas com produto, no ponto de venda, com atendimento no SAC. É comum encontrar de perfis falsos e presidentes na web a pessoas comercializando caixas eletrônicos e senhas de cartão de crédito. Enfim, as crises estão lá fora, basta encontrá-las.


10. Quem fala mal pode falar para mais de 250 pessoas

Uma pesquisa realizada em 2001 pela Burson-Masteller com os formadores de opinião que usam canais tradicionais de comunicação e a Internet para se comunicar concluiu que normalmente os formadores de opinião falam de uma experiência positiva para 11 pessoas e de uma negativa para 17 pessoas. E que 93% espalham suas experiências com produtos pessoalmente ou por telefone, enquanto 87% enviam e-mails para os amigos. BURSON-MASTELLER. E-fluentials: The Power of Online Influencers. New York, 2001. 4p.

Num levantamento realizado para um dos nossos clientes descobrimos que quem os consumidores com mais amigos em sua rede social normalmente têm uma probabilidade maior de falar mal de um produto. Em média quem fala mal pode falar para 215 pessoas e quem fala bem para 187 pessoas. Ou seja, o alcance do boca-a-boca on-line é ainda maior mas prevalece a tendência de dispersão maior do boca-a-boca negativo.

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